Entre os assuntos que mais têm atraído a atenção para a praticagem, está o preço cobrado pelo serviço. Até o ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, manifestou-se sobre o assunto, há cerca de duas semanas.
Por conta desta discussão, lançamos nossa segunda enquete, encerrada ontem.
Para 66,7% dos participantes, é a Autoridade Marítima quem deve cuidar do preço do serviço, como diz a Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário. Em seguida, vem os 22,2% que acreditam na liberdade irrestrita das tarifas, sem regulação. Empatados em terceiro, com pouco mais de 5% cada um, ficam aqueles que pensam que a tarefa deve ficar a cargo da Autoridade Portuária e os que entregariam a faina para a ANTAQ.
A Secretaria Especial dos Portos foi a única opção que não recebeu nenhum voto.
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2009-03-16
RESULTADO DE ENQUETE: Praticagem, jurássica?
O resultado da enquete sobre a frase "A praticagem é um dos últimos dinossauros do setor marítimo" indica que nossos leitores não pensam, de forma geral, como o autor da frase.
85% dos participantes consideraram que a praticagem não é jurássica, contra 15% que concordaram com a afirmativa.
Mais enquetes vem por aí, sempre sobre temas interessantes e polêmicos da praticagem.
85% dos participantes consideraram que a praticagem não é jurássica, contra 15% que concordaram com a afirmativa.
Mais enquetes vem por aí, sempre sobre temas interessantes e polêmicos da praticagem.
2009-03-14
ENQUETE: praticante de prático deve ser apenas para profissionais do mar?
Agora que nossas duas primeiras enquetes estão chegando ao fim, chegou a hora de lançar uma nova pesquisa.
Queremos sua opinião sobre o fechamento das próximas seleções para praticante de prático para os que não são "profissionais do mar".
Em países como Alemanha, Holanda e Japão, só pode ser prático quem é comandante. Em outros, como o Chile, é facultada a participação de oficiais da Marinha de guerra.
Participe!
Queremos sua opinião sobre o fechamento das próximas seleções para praticante de prático para os que não são "profissionais do mar".
Em países como Alemanha, Holanda e Japão, só pode ser prático quem é comandante. Em outros, como o Chile, é facultada a participação de oficiais da Marinha de guerra.
Participe!
2009-03-06
Nova enquete no ar
2009-02-27
ENQUETE: A praticagem brasileira, jurássica?
Em meio a uma onda de ataques contra a praticagem, deflagrada em boa medida pelos solavancos da economia mundializada, uma ideia atribuída a um executivo do transporte marítimo me marcou pela contundência: a de que a praticagem não passa de um dinossauro.
Quando alguém atribui a outro o rótulo de "dinossauro", chama-o de anacrônico, um fóssil vivo, fascinante, mas superado. Não se trata de uma crítica, mas de um ataque. O que importa é ferir o interlocutor.
Pondo de parte estas conotações, permanece a pergunta: os serviços de praticagem no Brasil são, de forma geral, jurássicos?
Se a resposta é afirmativa, quais seriam os motivos, e como seria possível mudar?
Se, por outro lado, a resposta for negativa, o que teria levado um armador a se expressar deste modo?
Foi por isto que escolhemos este tema para nossa primeira enquete. Com isto, oferecemos a quem nos visita a possibilidade de interagir conosco e com os outros visitantes de um modo diferente da maioria dos blogs.
Se você tiver sugestões para nossas enquetes, mande um comentário. Quem sabe a próxima enquete pode ser a sua!
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